Publicado por: Aline | 3 de maio de 2010

Planejamento – Europa

Finalmente minhas férias foram aprovadas, a partir de 4 de setembro estamos na estrada! Os planos iniciais são Portugal, Espanha e Londres, mas tudo ainda está no ar…depende de vário$ fatores…heheheh

Hoje comecei a pesquisar os preços de passagens aéreas entre os países e fiquei impressionada com o valor baixo que encontrei. Fiz uma busca beeeem rápida e achei uma passagem de Lisboa para Madri por 25 euros/pessoa. Ou a gente paga muito caro aqui no Brasil ou as coisas por lá estão muito baratas. Ou os dois, já que são os valores daquelas companhias aéreas mega econômicas. O link pra fazer a busca é http://www.buzzaway.com/, entrei em “compare airline tickets” e depois pesquisei os destinos de interesse. Vale dar uma olhada!

Mas essa é só a primeira de muitas e muitas e  muitas pesquisas que vamos fazer.

Publicado por: Aline | 11 de abril de 2010

Pico das Agulhas Negras

2839 metros

Vou estrear o blog com a aventura mais recente – a viagem ao Parque Nacional do Iatiaia, em Rezende, no Rio de Janeiro.

A viagem foi em comemoração ao meu aniversário, e ficamos em um hotel bem charmoso dentro do parque, chamado Donatti. A grande aventura da viagem foi a escalada ao Pico das Agulhas Negras, que fica a uns 2800 metros de altitude. Muita chuva, lama, frio , rapel e alguns hematomas depois, a tarefa foi concluída – ah, no total foram 10 horas! – e foi bem puxado. Depois o Alexandre me confessou que pra ele também foi a aventura mais difícil, e que ele não esperava que fosse tão complexo.

Escalada

Vou contar aos poucos a aventura toda, mas a dica principal é: leve luva para a escalada. A mão acaba se tornando o freio para descer das pedras, só que a gente descobriu isso quando já estávamos lá…Além disso, há alguns trechos de rapel, que “queimam” bastante a mão.

Depois que você completa o trajeto, toma um banho quente, come comida de verdade (lembra que você passou o dia todo à base de barrinha de cereal e lanchinho de pão de forma) e dorme, ou seja, no dia seguinte, apesar das dores musculares, você vê que valeu muito a pena! A sensação de superação de limites é indescritível! Se você for acompanhado, é melhor ainda, porque tenho certeza de que só completei o trajeto porque o Alê pegou na minha mão e fomos assim até o final. Por mim, apesar da chuva e de já estar escuro, acho que sentaria e esperaria o resgate.

Abaixo a foto da gente no pico. Ah, não assinamos o tal do livro. Sim, existe um livro que fica no cume e que as pessoas que lá chegaram assinam. Mas para assinarmos, demoraríamos mais uma hora (precisaríamos passar um trecho de rapel, um de cada vez), tempo que não tínhamos…

Chegada ao Pico

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